barra do google

Pesquisa personalizada

terça-feira, 5 de julho de 2011

A Crise Financeira Mundial!

Entre 2008 e 2009, o mundo presenciou um dos fenômenos que mais influenciou os rumos da economia mundial no fim dos anos 2000 e que mais vai influenciar as decisões estratégicas de empresas, bancos e governos nos anos 10: a Crise Financeira Mundial.
Começada nos Estados Unidos e depois alastrada na Europa e em grande parte do mundo, a crise financeira teve origem no excesso de crédito fácil cedido aos consumidores americanos entre 2001 e 2004, principalmente no mercado imobiliário. Com grande oferta, facilidade de crédito e uma taxa de juros baixa, o cenário parecia o ideal para contrair dívidas a longo prazo, pois é, parece que esses consumidores não se planejaram tanto assim e o longo prazo chegou mais avassalador do que todos imaginaram.
Em 2005, o governo aumentou a taxa de juros no país para conter o alto consumo e tentar evitar a inflação, iniciando um efeito dominó gigantesco no país, atingindo, primeiramente, as famílias de baixa renda que haviam contraído dívidas e depois todo o país ao longo de três anos.
Com a alta dos preços provocada pelo aumento da taxa de juros, empresas e consumidores começaram a conter gastos. A indústria começou uma onda de desemprego. Sem um salário, os desempregados passaram a consumir menos e a não cumprir com a promessa de pagamento das dívidas contraídas entre 2001 e 2004.
Com a baixa do consumo, mais indústrias começaram a produzir menos, demitindo mais mão-de-obra. As prestadoras de serviço, sem ter a quem prestar serviços, seguiram o mesmo caminho e a situação interna parecia insustentável.
O cenário se agravou ainda mais quando as indústrias americanas, com menos necessidades de consumo, passaram a importar cada vez menos mercadorias, levando a crise, até então apenas americana, a todos os países do mundo.
Obama precisou se abdicar da até então tradição neo-clássica para livrar os EUA da crise.
O comércio internacional volta aos patamares antes da crise?
A crise consiste precisamente no fato de que o velho está morrendo e o novo ainda não pode nascer. Nesse interregno, uma grande variedade de sintomas mórbidos aparece (GRAMSCI, 1949).
Com todo o estrago provocado pela crise mundial de 2008, não são poucos os mais pessimistas quanto o cenário internacional. A mídia como um todo especulou muito sobre o futuro das relações internacionais mercadológicas entre Estados Unidos, Europa e os demais países afetados pela crise.
Muitos davam como certo um recesso mundial, mas os indícios que vem se notando depois de quase três anos do início da crise, é que o comércio internacional deve se reestruturar, mas diferente de antes, mais cauteloso e com uma visão mais global das finanças dos países a que a ele se relacionam.
O comércio voltar aos mesmos patamares do que era antes é não só uma manobra mercadológica, mas uma necessidade para muitas nações. Países como o Japão, que precisa da matéria-prima de terceiros para poder manter sua produção industrial, e países como a China, que exporta números absurdos de produção, precisam que o fluxo econômico internacional recupere seu antigo patamar para que sua economia volte a se estabilizar.
Assim, o Estado de todos os países, principalmente o governo americano, deve guiar consumidores e indústrias para que o mercado recupere seu fôlego, mas deve se atentar para as facilidades que bancos e outras instituições financeiras dão para o crédito aos consumidores, pois essa já se mostrou um sintoma de armadilha de nível mundial.
Essa intervenção estatal, tanto criticada por neo-clássicos, não pode ser considerada como a solução para todos os problemas da economia mundial, mas sua atuação no momento se faz severamente necessária. Apesar de termos exemplos clássicos onde o Estado não cumpriu muito bem sua função reguladora da economia, como na antiga União Soviética (ROTHSCHILD, 1986), podemos observar, historicamente, que o mercado por si só não consegue se regular (GÓIS, 1999), seja observando o sistema liberal próxima da crise de 1929, seja observando o neoliberalismo dos EUA antes da crise financeira de 2008.
Visto isto, a visão Keyenesiana do papel fundamental do Estado na economia (KEYNES, 1936) é extremamente válida, mas deve-se atentar para quem são os homens que realizam tal intervenção, para que as escolhas tomadas por tais homens de Estado não prejudique mais a nação do que se esta estivesse em um sistema neoliberal.
É nesse ponto que economia se mistura com política, e está ciência passa a cada vez mais se desapegar de números e gráficos para se apoiar em decisões humanas.
Economia é uma Ciência Social, não é exata, por isso é preciso cuidado ao colocar alguém no comando, senão o resultado pode ser parecido com o da charge.
O sistema financeiro mundial vai ser regulado?
Mídia e política têm sempre visões, variadas, tendenciosas e polêmicas quando se trata de rumos tomados após uma crise, ainda mais depois de uma crise financeira com a de 2008.
Assim como papel do estado para a recuperação da economia dos Estados Unidos se torna cada vez mais necessária, é certo que se a administração anterior tivesse tomado uma posição mais reguladora quanto a oferta de crédito, tal crise financeira poderia ter sido evitada. Da mesma maneira, se o antigo presidente George W. Bush, tivesse medido as conseqüências da alta dos juros, que leva-se a crer foi subido sem uma avaliação prévia já que o presidente precisava de dinheiro rápido para o financiamento de sua desnecessária guerra contra o terror (LOBO, 2007), a crise também poderia ter sido evitada.
Oportunidades não faltaram. Se por um lado foi o neoliberalismo e a falta do Estado na economia que resultaram no cenário de 2008, também foi uma ação do Estado que a culminou. Portanto a regulação do sistema financeiro está sendo corrigida pelo mesmo sistema que antes deveria a ter evitado.
Diferente dos EUA, o Estado brasileiro conseguiu evitar os maiores impactos da crise (ALMEIDA, 2009). Após anos de programas de distribuição de renda e estimulando o consumo nacional, o fluxo econômico continuou a girar, evitando a recessão.
É com um programa parecido com o que o governo Lula promoveu durante se governo para o crescimento do Brasil nos últimos oito anos, que o presidente Barack Obama já regulou grande parte da economia americana (TERRA, 2009).
Já que o problema da crise foi a falta de dinheiro para o pagamento de dívidas, basta fornecer mecanismos para que o consumidor consiga maneiras de pagá-las. Injetando grandes quantidades de dinheiro na economia, entre elas em obras públicas, o Estado americano intervém para que o fluxo causado pela bolha volte a girar.
Essa oportunidade de intervenção do Estado faz com que, aos poucos, o mercado interno ganhe mais força e restabeleça também o mercado externo, além de poder ser o início de uma ação mais reguladora do Estado perante um governo, que mesmo com suas derrapadas históricas, insiste em continuar com o modelo econômico liberal.
Independente dos rumos que a economia americana e mundial vá tomar após a regularização completa de seus fluxos, é certo que o Estado em geral passará a ser mais cauteloso com as decisões econômicas que vai tomar. A não ser que esteja no comando insista em agir de forma irresponsável e individual.

O pré-sal é a solução para o crescimento?

Para que um país aperfeiçoe os seus fatores de produção é necessário desenvolver tecnologia e mão de obra especializada. Porém, também de nada adianta para a economia de uma país dispor dos mais requisitados especialistas em algum setor e a posse da tecnologia se há falhas nos recursos naturais que envolvem seus fatores de produção, obrigando o país a importar matéria-prima. Pois o pré-sal veio para acabar com essa possível falha.
O petróleo hoje representa mais de 90% do combustível utilizado nos meios de transporte no Brasil e mesmo com as diversas pesquisas de captação de novas formas de energia, ainda é essencial para o formato de país que temos hoje, tão dependente da malha rodoviária.
Assim, não de se espantar que a principal empresa brasileira esteja relacionada ao “ouro negro”. A Petrobrás é a empresa com as ações que mais valorizam a cada dia que passa no índice Ibovespa e ganha cada vez mais notoriedade no cenário internacional. Mesmo assim, o Brasil ainda precisa importar uma grande quantidade de óleo de outros países, sendo formado por grande parte de derivados do petróleo que a refinaria brasileira ainda não consegue produzir.
Além disso, de tempos em tempos as iniciativas mercadológicas e tecnológicas que a Petrobrás inicia sempre a coloca em destaque na mídia em geral. Mas nada nunca foi comparada as reservas de pré-sal que a empresa descobriu em grande parte da costa litorânea brasileira.
O pré-sal é uma camada geológica que fica abaixo da camada de sal encontrada debaixo do mar, um local um tanto quanto difícil de se perfurar, mesmo para pesquisas oceanográficas. Com a descoberta de petróleo nessa área, a tecnologia e a mão-de-obra para o setor tem crescido muito rápido e o petróleo do pré-sal já é apontado como a grande solução para todos os problemas econômicos que o Brasil tem.

Com a extração do petróleo, as perspectivas é que o país e torne uma grande potencia no setor, comparado inclusive aos países do Oriente Médio. Com a grande quantidade de óleo negro produzido no Brasil, a importação passaria a chegar a quase zero (sendo necessária apenas quando certos óleos não fossem encontrados no pré-sal) e os níveis de exportação seriam muito altos, trazendo muitos dólares ao país e fortalecendo cada vez mais a economia do Brasil.
Também a construção de novas plataformas petrolíferas, a necessidade de cada vez maior de mão-de-obra especializada faria com que novos pólos educacionais e de empregos fossem criados em diversos pontos do país.
O lucro obtido com o consumo interno da produção de Petrobrás ainda possibilitaria uma maior receita para o Estado, que poderia utilizar o dinheiro para o pagamento da divida interna, investimentos em saúde, educação, infra-estrutura, entre outros.
Com tantas promessas não é a toa que a mídia esteja dando tanto espaço para tal iniciativa do governo. Mas é preciso ter cautela. O destino de todos os dividendos gerados pelo pré-sal já está causando diversas polêmicas antes mesmo ter dado algum resultado, imagem depois que o lucro já tenha retornado.
Para que o pré-sal surta os resultados esperados na economia, será necessário que a administração dos recursos, investimentos e comercialização desse petróleo seja feito com cuidado e responsabilidade em um país com um histórico tão grande de corrupção e lavagem de dinheiro.

Assim, não só o resultado do pré-sal, mas todo o caminho a ser trilhado até chegar a ele pode ser uma das melhores oportunidades que o Brasil já teve para otimizar seu crescimento econômico. Ele não deve ser considerado o único foco, visto que o Brasil tem uma variedade muito grande de indústrias e necessidades econômicas e sociais em cada região do Brasil que não devem ser esquecidos, mas será de total importância para poder prover recursos necessários para os demais setores do Brasil.
Mas para isso será necessário, como foi dito nas próprias palavras do ex-presidente Lula “que o Brasil pare de fazer burrices”.

terça-feira, 12 de abril de 2011

Redação Oficial (Concursos Públicos)

Olá galera sumido um pouco mas é devido a escassez do tempo, mas sempre que der "estarei dando as caras"^^

Hoje trouxe um conteúdo propenso para as pessoas que farão concursos públicos esse ano... como todos nós já sabemos a redação oficial está presente na maioria deles então nada melhor do que se preparar adequadamente para o mesmo...

Para os navegantes que desconhecem a redação oficial existem algumas regras e formas a se seguir, discrepante de um redação dissertativa, narrativa ou descritiva... 
Vou estar divulgando uma apostila completa do assunto detalhadamente para que haja boa cognitiva dos conterrâneos.


Apostila para Download - Clique Aqui

Sucesso galera por que depender de sorte não é muito bom!

sábado, 19 de março de 2011

Livro de Hely Lopes Meirelles!!

Bom pessoal como um autêntico estudante da área de direito, esse conteúdo não poderia deixar de divulgar para vocês. Na minha ideologia faço questão de destacar o seguinte que todos nós brasileiros devemos entender que é preciso estarmos cientes das leis que são outorgadas em nosso país para termos pelo menos a plena noção dos nossos direitos e deveres a famosa conduta obrigatória o primeiro princípio do direito e ampliarmos a perspectiva para um progresso incomensurável em nosso país, bom chega de conversa vamos ao que interessa!!
Direito Administrativo Brasileiro


 O Direito Administrativo, como ramo autônomo da maneira como é visto atualmente, teve seu nascimento nos fins do século XVIII, com forte influência do direito francês, tido por inovador no trato das matérias correlatas à Administração Pública.
São muitos os conceitos do que vem a ser o Direito Administrativo. Em resumo, pode-se dizer que é o conjunto dos princípios jurídicos que tratam da Administração Pública, suas entidades, órgãos, agentes públicos, enfim, tudo o que diz respeito à maneira como se atingir as finalidades do Estado. Ou seja, tudo que se refere à Administração Pública e à relação entre ela e os administrados e seus servidores é regrado e estudado pelo Direito Administrativo.

Livro para download - clique aqui

É interessante dizer que todos os conteúdos exibidos aqui são de extrema avaliação voltados para o conhecimento específico da sociedade através de livros e tópicos com assuntos que ajudarão aos realmente interessados a terem uma visão extensiva sobre várias coisas...
Por esse motivo me dedico ardualmente em trazer esses conteúdos em compartilhar isso... enfim
até mais!!

Livro de Jessica Livingston!!

Bom pessoal tinha dado um tempo com os livros mas agora estou de volta para divulgar os livros que realmente interessam e acrescentam algo para nós. Esse livro é voltado para área de empreendedorismo recentemente fiz um post falando um pouco sobre o assunto e a diferença que faz a quem ler artigos empreendedores.... 
Start Up

Um livro fundamental para grandes executivos, profissionais da web e interessados em boas histórias do mundo dos negócios. Você tem em mãos o mapa da mina para inovação tecnológica. São entrevistas com as pessoas que imaginaram, desenvolveram e levaram ao mercado alguns dos produtos mais badalados ? e usados ? de nosso cotidiano.
bom só pra ressaltar este livro possui entrevista com Bill Gates e Steve Jobs os grandes milhionários do mundo dos negócios 

Livro para download - clique aqui

quinta-feira, 10 de março de 2011

A arte do conhecimento!

Algumas pessoas sempre se perguntam e se auto gratificam, "Porque será que nada que leio eu entendo?"
"Eu já sei muitas coisas não vou perder tempo com isso..." e por aí vai.... 

2 situações onde o primeiro precisa de ajuda e o segundo está com o ego nas alturas que se acha o sabe tudo....

Arte do conhecimento consiste na humildade, no otimismo, na determinação....
1 - O saber de que você não é melhor nem pior que ninguém.... como dizia sócrates "tudo que sei é que nada sei"

2 - A arte de refletir - é uma avaliação de tudo o que você faz ou deixa de fazer (atenção!)....

3 - A arte do cepticismo (o que é isso?)"é aquela pessoa que duvida das coisas" mas a questão é tentar encontrar respostas paras as dúvidas para evoluir diante de vários problemas....

4 - Arte de Ouvir -  escute a todos porque a vida é uma escola você não sabe tudo é preciso ouvir todos para tirar conclusões....

Mas como dito isso é conhecimento especifico que ajuda muito não significa que você é inteligente.....
Indivíduo inteligente: É aquele que é onímodo que possui embasamento em todos os assuntos do mundo.... "Bom eu ainda não conheço ninguém com essas aptidões ^^"
Então todos nós temos conhecimentos especificos....

Bom se acharam interessante esse post comentem!!




In

Emprendedorismo a visão ampliada de tudo ao seu redor!

Resolvi colocar os conceitos de emprededorismo para que vocês possam entender o que realmente importa ao iniciar um investimento um negócio.... no entanto não é só porque você não vai iniciar que não deve saber seus conceitos... 

Empreendedorismo: 10 dicas para ser um empreendedor! (Allan Oliveira)

Nunca como hoje, as empresas precisaram de verdadeiros “empreendedores”. Cada funcionário deve ter a atitude e comportamentos de “dono do negócio” e as empresas de sucesso são aquelas que tem em seus quadros verdadeiros “empreendedores”. Quais as principais características de um “empreendedor”? Aqui vão elas:
• Boas idéias são comuns a muitas pessoas. A diferença está naqueles que conseguem fazer as idéias transformarem-se em realidade, isto é, implementar as idéias. A maioria das pessoas fica apenas na “boa idéia” e não passa para a ação. O empreendedor passa do pensamento à ação e faz as coisas acontecerem.
• Todo empreendedor tem uma verdadeira paixão por aquilo que faz. Paixão faz a diferença. Entusiasmo e Paixão são as principais características de um empreendedor!
• O empreendedor é aquele que consegue escolher entre várias alternativas e não fica pensando no que deixou para trás. Sabe ter foco e fica focado no que quer
• O empreendedor tem profundo conhecimento daquilo que quer e daquilo que faz e se esforça continuadamente para aumentar esse conhecimento sob todas as formas possíveis
• O empreendedor tem uma tenacidade incrível. Ele não desiste!
• O empreendedor acredita na sua própria capacidade. Tem alto grau de auto-confiança
• O empreendedor não tem fracassos. Ele vê os “fracassos” como oportunidades de aprendizagem e segue em frente
• O empreendedor faz uso de sua imaginação. Ele imagina-se sempre vencedor
• O empreendedor tem sempre uma visão de vários cenários pela frente. Tem, na cabeça, várias alternativas para vencer
• O empreendedor nunca se acha uma “vítima”. Ele não fica parado, reclamando das coisas e dos acontecimentos. Ele age para modificar a realidade!